segunda-feira, 7 de março de 2011

A cidade de São Paulo no Futuro



Visconde de Sabugosa estrapola como seria o Brasil do Futuro
No livro o Poço do Visconde de Monteiro Lobato, publicado em 1937, o personagem lindamente ilustrado por Belmonte descide arriscar como seria o futuro do Brasil e descobre nos livros de Dona Benta um tratado de geologia, através deste ele encontra o primeiro poço de Petróleo no Brasil, no Sitio do Pica Pau Amarelo.

A critica pegou pesado afirmando que jamais haveria petróleo no Brasil. Critica que se provou equivocada em 15 anos e agora ainda mais equivocada com a descoberta de petróleo no Pré-Sal.

Assim como o personagem de Monteiro Lobato a Capivara decide fazer algumas previsões com base nos meus blogs.
Na matéria postada em Blemya “Uma crônica de 400 milhões anos sobre nossa civilização De Pangea I a Pangea II”
São Paulo no futuro economizaria luz elétrica com prédios pintados com pigmentos fosforescentes 
nos dias de hoje esta cena é inconcebível - as ruas de São Paulo tomadas por uma espessa camada de gelo
http://blemya.blogspot.com/2011/02/uma-cronica-de-400-milhoes-anos-sobre.html vemos a avenida Paulista economizando milhões de reais ao ser iluminada com pigmentos fosforescentes e numa situação não tão quente apos ser apanhada por uma longa tempestade de gelo.
A cidade de São Paulo não pode evitar que a natureza se apoderasse de suas ruas, como uma vingança que fatalmente tende a ser realidade 
No próprio blog Capivara Paulistana a cidade de São Paulo aparece em duas possíveis versões, num não tão distante futuro meio apocalíptico está coberta por vegetação, http://capivarapaulistana.blogspot.com/2011/01/ecologia-urbana.html alguns animais fugiram do zoológico e outros como as capivaras simplesmente expandiram seus domínios. Em outra situação robôs cuidam de plantas que geram energia para a cidade.
Tal qual as cidades de Paris, Londres e Songdo a arquitetura da cidade já tem um perfil mais bem definido.

Em 2002 arrisquei minha própria versão de São Paulo do futuro no conto que escrevi e ilustrei para a revista Superinteressante “O Erro de Einstein por Luiz Pagano”, edições de Janeiro e Fevereiro. São Paulo estava bem conceituada infelizmente não tive a mesma sorte com a historinha (rsrs).


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